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Outro dia fui conferir a versão cinematográfica do Agente 86 e, para minha surpresa, achei uma das melhores adaptações que saíram da telinha para a telona. Steve Carell está simplesmente perfeito no papel e o roteiro conseguiu inserir, em novos contextos, os grandes ícones da série, como o “cone do silêncio”, que nunca funciona, o agente 13 que sempre aparece disfarçado das coisas mais absurdas (aqui interpretado por Bill Murray), bem como o sapatofone e carro originais.
Para mim e outros marmanjos que estavam no cinema, as lembranças da série original que afloravam ao longo do filme, já provocavam o riso antes mesmo da piada. O Agente 86 compensou a decepção que tive com A Feiticeira.

Dom Adams e Steve Carell. Feitos para o mesmo papel.
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O canal Nick exibe as duas séries na sua sessão Nik@night e é uma delícia, de vez em quando, dar um “salto no passado” e ver com olhos de adulto o que me fascinava tanto na infância. A cenografia e o figurino transportam para uma época em que o mundo parecia ser mais elegante e menos caótico, mas alguns personagens jamais saíram de moda, como Endora (Agnes Moorehead), a mãe da bruxa Samantha (Elizabeth Montgomery) que com seu sarcasmo tem as melhores tiradas da série, sempre azucrinado a vida do genro. E apesar de seus mais de 40 anos, os textos dessas sitcoms continuam fazendo rir.

40 anos depois, a série original ainda é melhor que o filme.
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Adaptar séries televisivas de sucesso para o cinema virou um filão e a cada ano surgem mais e mais versões, pois os produtores fazem uma conta muito simples: se a série teve milhões de espectadores não só nos EUA mas em boa parte do mundo, o filme também deverá atrair esse mesmo público.
E nós seriemaníacos somos fiéis, sim, e ao menor aceno de que alguma série da qual fomos (ou ainda somos) fãs vai ter uma versão cinematográfica, já começa a troca de informações e a caça a notícias.

Perdidos no Espaço: coloridos nos 60, e sombrios nos 90.
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Praticamente todas as séries de maior sucesso dos anos 60 aos 90 já tiveram adaptações cinematográficas com ótimos resultados, como A famíla Adams, Missão Impossível, O Fugitivo, Twin Peaks e Star Trek (segundo os trekkers, os filmes ímpares são sempre melhores que os pares); resultados duvidosos como As Panteras e Miami Vice, e verdadeiros desastres como As Loucas Aventuras de James West, A Feiticeira e Perdidos no Espaço. Nicole Kidman e Gary Oldman são excelentes atores, mas não conseguiram chegar nem perto do carisma da Samantha e do dr. Smith originais.

Mulder e Scully juntos de novo, e ainda querendo acreditar...
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Este ano, os “excers” estão esperando ansiosamente pelo segundo filme da série Arquivo X que, ao contrário das outras, teve o primeiro filme lançado quando a série ainda estava em cartaz, e cujo roteiro amarrou muito bem alguns pontos pendentes ao longo das temporadas. Com o mesmo elenco e produtor, esse é o tipo de adaptação que todo fã gosta de ver, como foi o caso de Sex and the City.

Jeannie e o Major Nelson: casal inesquecível.
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Mas voltando aos sucessos da década de 60, está em fase de pré-produção a versão cinematográfica de Jeannie é um Gênio, outra série inesquecível e que também pode ser vista na Nick.
O filme está prometido para 2010 e ainda não tem elenco nem diretor escalados. Várias atrizes já foram cogitadas e descartadas para o papel da gênia ingênua e impulsiva (vivida por Barabra Eden, hoje com 74 anos), que sempre metia o astronauta da NASA em apuros. Entre elas Jennifer Garner, Kate Hudson e Linday Lohan.
Na minha opinião nenhuma dessas faria jus ao papel. Se eu pudesse escolher, indicaria Jamie Pressley, a desbocada Joy de My Name is Earl.

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Esta semana foi ao ar o último episódio da primeira temporada de Ugly Betty. Entre cenas hilárias e revelações bombásticas, os minutos finais foram trágicos tanto para a família Suarez quanto para os Meade.

Alexis e Betty com seu indefectível casaco azul.
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O que faz Ugly Betty (Sony) ser uma série tão cativante? Em primeiro lugar, a idéia (e como é bom saber que uma idéia sul-americana virou sucesso no mundo todo). Em um mundo onde as aparências contam cada vez mais, Betty (America Ferrara) foge de todos os padrões estabelecidos mas conquista com a sua inteligência, generosidade, competência, e no final acaba despertando paixões que fariam inveja a qualquer top model.

Boneca inspirada na personagem. Barbie que se cuide!
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O seu jeito de se vestir parece absurdo à primeira vista mas acaba sendo original justamente porque é o jeito dela. E, convenhamos, há certos desfiles de alta costura nas diversas Fashion Week no mundo que muitas vezes apresentam modelos bem mais esdrúxulos que os de Betty...
A série americana comprou a idéia e foi além, com um texto muito mais ferino, recheado de piadas sarcásticas, e também criou uma estética cenográfica totalmente ‘over’, mas extremamente eficiente pois de certa forma corresponde àquilo que mutas pessoas que não são do meio pensam em relação ao mundo das publicações sobre moda e estilo.

Ambiente fashion nos mínimos detalhes.
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A redação da revista Mode, onde Betty trabalha, se parece mais com um spa que com uma empresa jornalística. Tudo tem aquele estilo “clean ostensivo” dos grandes designers. O ambiente é fashion do chão ao teto e, para completar, no departamento de figurino há uma porta secreta que leva a uma espécie de “masmorra do amor”. Se alguém conhecer um lugar assim de verdade, por favor me avise.

Wilhelmina: casamento por interesse.
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Este último episódio, depois de uma primeira parte hilária, que mais uma vez contou com Gina Gershon interpretando Fabia, a maior anunciante da revista e uma incrível troca de farpas entre ela e Wilhelmina (Vanessa Williams), que vai se casar com o sr. Meade (Alan Dale) por puro interesse, das cenas da sra. Meade (Judith Light) na cadeia, e da impagável seqüência de lembranças de Wilhelmina com seu fiel assistente Marc (Michael Urie) ao som da música Memories, a última parte foi uma sucessão de revelações e tragédias.

Justin: tragédia na noite de estréia.
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A recepcionista “bitch” Amanda (Becki Newton) descobre que é filha biológica da misteriosa Fey Sommers e se o patriarca da família Meade for o pai, ela será meia- irmã de Daniel (Eric Mabius) e Alexis (Rebecca Romijn). Betty recebe a visita da ex-namorada de Henry (Christopher Gorham) dizendo que está grávida e ele decide terminar com ela para assumir o filho que com certeza não é dele mas do dentista de Betty. Daniel e Alexis sofrem um acidente de carro, e Santos (Kevin Alejandro) é assassinado durante um assalto na mesma noite em que o filho, agora feliz por finalmente ter o pai de volta aceitando-o do jeito que é, estreava no teatro da escola. Foi o final de temporada mais triste que uma comédia poderia oferecer!
A coisa mais triste, porém, é saber que estamos uma temporada inteira atrasados em relação à série nos EUA. Lá a segunda temporada acabou em maio e a terceira deve estrear em setembro.

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Para os fãs das séries que se passam em hospitais, o final de House fez até os mais duros chorarem. Por outro lado, o final de Grey’s Anatomy terminou numa seqüência de beijos digna de um conto de fadas.

House e Amber: personalidades parecidas.
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Na semana passada, quando a última cena de House (Universal) fechou esta quarta temporada, eu mal podia conter as lágrimas. O episódio, dividido em duas partes, teve um roteiro impecável, não só do ponto de vista de construção (a estória ía se formando de acordo com os fragmentos de lembranças do protagonista), mas também por revelar um House (Hugh Laurie) vulnerável, cansado de sua convivência com a dor física e, pela primeira vez sendo vítima de um sentimento de culpa, pois o porre que ele tomou num bar foi um fato que, isolado, não traria maiores conseqüências, mas acabou desencadeando na morte de Amber (Anne dudek), a namorada de seu melhor amigo, Wilson (Robert Sean Leonard).

Os momentos finais de Amber nos braços de Wilson.
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A personagem Amber foi uma das grandes aquisições da série e na minha opinião poderia ter rendido bem mais que apenas uma temporada. Uma espécie de House de saias, na forma de se comportar, ela poderia continuar como a antagonista natural do doutor. Nessas horas eu sempre me pergunto se isso já estava estipulado desde a contratação ou se houve alguma outra causa que levou a atriz a sair.

Número 13: portadora de doença hereditária.
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De qualquer forma, a sua morte poderia ter sido a única cena “arranca-lágrimas” desse episódio, mas parece que os roteiristas estavam realmente inspirados e, já nas últimas cenas, num breve take, um detalhe chocante: a Número 13 resultou positivo para o Mal de Huntington, uma doença neurológica hereditária e incurável.
E para completar, o dr. Wilson chega em casa sozinho (nenhum colega para ficar com ele nessa hora tão dolorosa?) e acha um bilhete da amada dizendo que voltaria logo. Assim ninguém agüenta!

Meredith e Derek, finalmente juntos.
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Em compensação, o final da 4a temporada de Greys’a Anatomy (Sony) foi comparável a um final de série mesmo, e feliz. A dra. Meredith Grey (Ellen Pompeo) finalmente caiu em si e percebeu que estava dispensando um homem que qualquer mulher agarraria com as duas mãos e até pés!
Apesar de ser a protagonista, eu sempre achei Meredith a personagem mais chata e sem-noção da série. O elenco de apoio é muito mais conciso e as tramas que os envolvem são muito mais pertinentes que os medos e indecisões da doutora.

Quanto mais beijos, melhor.
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E a seqüência de beijos de todos os tipos que aconteceu no final? Beijo de reconciliação entre o dr. Richard (James Pickens Jr.) e sua mulher, beijo de agradecimento amigo entre George (T.R. Knight) e Lexie (Chyler Leigh), que talvez virem mais que amigos na próxima temporada, beijo materno da dra. Bailey (Chandra Wilson) em seu filho, beijo de desespero entre Izzie (Katherine Heigl) e Karev (Justin Chambers), beijo experimental entre as doutoras Callie (Sara Ramirez) e Erica (Brooke Smith) e o tão esperado beijo entre Meredith e seu Mac Dreammy (Patrick Dempsey).

Cenário mais que romântico para o reencontro.
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Agora, ele pedir um tempo a ela, que preparou todo um cenário para aquele beijo tão importante, para ir desmanchar o namorico com a enfermeira Rose (Lauren Stamile), me pareceu um pouco demais. Ninguém pode ser tão politicamente correto assim! Que isso não seja o prenúncio de futuros desentendimentos.

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Nesta semana o Universal estréia Reaper, mais uma comédia de humor negro, na qual um jovem acaba virando funcionário do diabo como pagamento de uma promessa feita pelos pais.
No mundo da ficção, o diabo sempre provoca mais medo que risadas, basta lembrar de clássicos do cinema como O Bebê de Rosemary e O Exorcista, que deixaram platéias do mundo inteiro de cabelo em pé. Na televisão, séries teens como Charmed e Supernatural mostram os protagonistas sempre em luta contra algum demônio, mas no caso de Reaper, o terror dá lugar ao humor negro e o capeta nem aparece tão feio quanto pintam.

Sam: surpresa desagradável ao completar 21 anos.
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Tudo começa quando Sam (Bret Harrison) completa 21 anos e descobre que seus próprios pais haviam vendido a sua alma ao diabo. E aqui já aparece a primeira piada: o pai de Sam recorreu ao diabo para se curar de uma doença séria, e em troca promete a alma do 1º filho. Essa promessa poderia parecer horrível, não fosse o caso de o pai de Sam saber ser estéril. Sendo assim, ele enganaria o diabo. Mas o que ele não sabia é que o médico que havia diagnosticado essa esterilidade também tinha o “rabo preso” com o diabo e foi obrigado contar uma mentira.

O novo chefe, sempre presente.
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A partir daí, Bret se vê obrigado a servir o anjo das trevas de uma maneira inusitada: ele vira um caçador de almas que fugiram do inferno, que atulamente está com problemas de superlotação. Depois da captura, Bret deverá levar a alma fugitiva para um dos “portais do inferno”, ou seja, qualquer lugar do planeta que pareça um inferno, como por exemplo, uma repartição pública.

Diabo elegante e bem-educado.
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Assim como no filme O Advogado do Diabo, estrelado por Al Pacino, o diabo de Reaper (vivido por Ray Wise, que já foi o diabólico pai de Laura Palmer em Twin Peaks) é um sujeito de bons modos, bem vestido, com pinta de executivo de multinacional mas com comportamento de mafioso, ou seja, Bret não tem saída e terá que cumprir o prometido, senão o diabo lhe fará coisa muito pior.

Sam e seus amigos conferem a caixa deixada pelo diabo.
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A cada episódio, Sam recebe uma caixa, contendo algum objeto que o ajudará na captura das almas fugitivas, e contará também com a ajuda de seus amigos a là ghostbusters que acham tudo isso muito mais excitante que trabalhar num hipermercado.
Reaper vem na contra-mão de séries como Dead Like Me e Ghost Whisperer. Em Dead Like Me, a protagonista retirava. segundos antes, a alma daqueles que iriam morrer de morte violenta. Em Ghost Whisperer, a protagonista ajuda as almas penadas a passarem para o lado da Luz. Reaper faz um trabalho muito mais útil para aqueles que ainda estão vivos, que é o de devolver a escória para o inferno. Não seria nada mal se fosse verdade.

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Nos estados unidos, uma das estréias mais esperadas para o próximo mês de setembro é a série 90210. Este CEP é velho conhecido de quem era adolescente no começo dos anos 90 e acompanhou por 10 longos anos a vida de um grupo de jovens ricos (mas legais) que freqüentava a West Beverly High.

Elenco original de Beverly Hills 90210.
crédito:divulgação
A série Beverly Hills 90210, que aqui no Brasil ganhou o nome esdrúxulo de Barrados no Baile, foi um dos maiores sucessos da época e foi a precursora das séries com personagens adolescentes mais “densos”. De lá pra cá, séries sobre a vida nos tempos do ensino médio nunca mais deixaram de freqüentar a telinha. Tivemos Dawson’s Creek, The O.C., One Tree Hill está indo para a sexta temporada e Gossip Girl é a nova preferida da geração que ainda nem tinha nascido quando os gêmeos Brandon e Brenda Walsh começavam na high school.

O elenco da nova 90210.
crédito:divulgação
Tudo o que se sabe até agora sobre essa espécie de continuação/remake, é que, assim como na série original, há um casal de irmãos protagonistas, Annie (Shenae Grimes) e Dixon (Tristan Wilds) só que desta vez ele é filho adotivo e ela, natural. A família se muda do Kansas para a Califórnia depois que o pai, Harry (Rob Estes) aceita o cargo de diretor da famosa escola, onde inclusive já foi aluno.
Harry aceita o novo trabalho para poder ficar mais perto de sua mãe, Tabitha (interpretada por Jessica Walter, a mãe cínica de Arrested Development), uma ex-atriz que vive entrando e saindo da famosa clínica Betty Ford, onde celebridades vão para se desintoxicar de álcool ou drogas.

Donna e Kelly. Participações especiais, agora como adultas.
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Darren Star, um dos produtores da série original, foi chamado para escrever o primeiro episódio, que contará também com as participações especiais de Jennie Garth e Tori Spelling, respectivamente Kelly e Donna, que reprisarão os papeis que as tornaram famosas no mundo das séries.
Aliás, as duas, junto com Brian Austin Green, que foi David, o eterno namorado de Donna, eram os mais jovens do elenco. Tinham entre 17 e 18 anos quando a série começou. A mais velha era Gabrielle Carteris, a Andrea, que tinha 29 anos e fazia papel de 16!
Eu só me pergunto o porquê de ambientar uma série no mesmo cenário de outra que, convenhamos, durou até demais. Estamos num estranho momento de repetições tanto no cinema dito “mainstream” como na tv. Só neste ano várias séries de tv viraram filmes (Sex and The City, Agente 86, Speed Racer,e mais um Arquivo X, sem contar as adaptações de heróis dos quadrinhos) e séries de tv foram repaginadas sem sucesso, caso da Mulher Biônica, ícone dos anos 70 que durou apenas 8 episódios em sua nova versão.
Será que 90210 versão 2008 conseguirá o mesmo sucesso dos anos 90? É esperar para conferir. Eu sou da opinião que às vezes é melhor que algumas coisas fiquem só nas saudades.

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