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Esta semana foi ao ar o último episódio da primeira temporada de Ugly Betty. Entre cenas hilárias e revelações bombásticas, os minutos finais foram trágicos tanto para a família Suarez quanto para os Meade.

Alexis e Betty com seu indefectível casaco azul.
crédito: divulgação
O que faz Ugly Betty (Sony) ser uma série tão cativante? Em primeiro lugar, a idéia (e como é bom saber que uma idéia sul-americana virou sucesso no mundo todo). Em um mundo onde as aparências contam cada vez mais, Betty (America Ferrara) foge de todos os padrões estabelecidos mas conquista com a sua inteligência, generosidade, competência, e no final acaba despertando paixões que fariam inveja a qualquer top model.

Boneca inspirada na personagem. Barbie que se cuide!
crédito: divulgação
O seu jeito de se vestir parece absurdo à primeira vista mas acaba sendo original justamente porque é o jeito dela. E, convenhamos, há certos desfiles de alta costura nas diversas Fashion Week no mundo que muitas vezes apresentam modelos bem mais esdrúxulos que os de Betty...
A série americana comprou a idéia e foi além, com um texto muito mais ferino, recheado de piadas sarcásticas, e também criou uma estética cenográfica totalmente ‘over’, mas extremamente eficiente pois de certa forma corresponde àquilo que mutas pessoas que não são do meio pensam em relação ao mundo das publicações sobre moda e estilo.

Ambiente fashion nos mínimos detalhes.
crédito: divulgação
A redação da revista Mode, onde Betty trabalha, se parece mais com um spa que com uma empresa jornalística. Tudo tem aquele estilo “clean ostensivo” dos grandes designers. O ambiente é fashion do chão ao teto e, para completar, no departamento de figurino há uma porta secreta que leva a uma espécie de “masmorra do amor”. Se alguém conhecer um lugar assim de verdade, por favor me avise.

Wilhelmina: casamento por interesse.
crédito: divulgação
Este último episódio, depois de uma primeira parte hilária, que mais uma vez contou com Gina Gershon interpretando Fabia, a maior anunciante da revista e uma incrível troca de farpas entre ela e Wilhelmina (Vanessa Williams), que vai se casar com o sr. Meade (Alan Dale) por puro interesse, das cenas da sra. Meade (Judith Light) na cadeia, e da impagável seqüência de lembranças de Wilhelmina com seu fiel assistente Marc (Michael Urie) ao som da música Memories, a última parte foi uma sucessão de revelações e tragédias.

Justin: tragédia na noite de estréia.
crédito: divulgação
A recepcionista “bitch” Amanda (Becki Newton) descobre que é filha biológica da misteriosa Fey Sommers e se o patriarca da família Meade for o pai, ela será meia- irmã de Daniel (Eric Mabius) e Alexis (Rebecca Romijn). Betty recebe a visita da ex-namorada de Henry (Christopher Gorham) dizendo que está grávida e ele decide terminar com ela para assumir o filho que com certeza não é dele mas do dentista de Betty. Daniel e Alexis sofrem um acidente de carro, e Santos (Kevin Alejandro) é assassinado durante um assalto na mesma noite em que o filho, agora feliz por finalmente ter o pai de volta aceitando-o do jeito que é, estreava no teatro da escola. Foi o final de temporada mais triste que uma comédia poderia oferecer!
A coisa mais triste, porém, é saber que estamos uma temporada inteira atrasados em relação à série nos EUA. Lá a segunda temporada acabou em maio e a terceira deve estrear em setembro.

criado por
falaserie
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